Criação. 13 MAI 2021

«O cavalo Lusitano não deve ficar para trás»

Confira o depoimento de Ricardo Moura Tavares, da Coudelaria Romão Tavares - ele que é licenciado em Equinicultura e cavaleiro - no âmbito do desafio lançado por Bruno Caseirão com o tema "Cavalo Lusitano: o que preservar, modificar e inovar?".


Tempo de Leitura: 2 Min

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«Reconhecendo a sorte de termos herdado o melhor cavalo do mundo, seleccionado, quer através da guerra, do toureio e das galas equestres, cabe-nos a obrigação de, pelo menos, preservar e, idealmente, melhorar. São de realçar e preservar as características que o tornam num cavalo único e tão especial: o padrão da raça, a moral do cavalo, a sua superação perante os desafios, a montabilidade e multifuncionalidade.

Aproveitando a facilidade de concentração para os exercícios de reunião, pretende-se (modificar) um cavalo ainda mais atleta sem perder a sua montabilidade, com mais força e amplitude nos três andamentos naturais, flexibilidade e swing nas passadas. No entanto, frisamos – sem perder a tipicidade da sua fisionomia e a vontade de agradar ao cavaleiro, seguindo os seus pensamentos.

A pandemia que vivemos veio sem dúvida mudar a um nível global o estilo de vida de todos nós.

Obriga-nos a inovar. E o cavalo Lusitano não deve ficar para trás. Todos nós criámos, neste último ano, hábitos de uma maior utilização do mundo virtual. Podemos então aproveitar esta oportunidade para elaborar com qualidade, profissionalismo e transparência, meios audiovisuais que se façam circular pela internet e que reflitam a uma escala mundial o Lusitano no seu maior esplendor.»

Ricardo Moura Tavares

 

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