Actualidade. 07 MAI 2020

FEI suspende três cavaleiros por doping

Vários cavaleiros e cavalos acusaram substâncias proibidas pela Federação Equestre Internacional (FEI), o que resultou em suspensões provisórias.


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© iStock

O cavaleiro argentino de Saltos de Obstáculos, Joaquin Albisu, foi suspenso provisoriamente depois do seu cavalo, Easy Boy 23, ter testado positivo para duas substâncias proibidas: boldenona e undecilenato de boldenona.

As amostras foram recolhidas durante a competição de Wellington, nos Estados Unidos da América (EUA), realizada entre 25 de Fevereiro e 1 de Março. O cavalo foi suspenso provisoriamente durante dois meses.

Nicolas Pizarro, cavaleiro mexicano de Saltos de Obstáculos, também foi suspenso no dia 21 de Abril, depois de ter sido notificado de que dois dos seus cavalos tinham testado positivo para substâncias proibidas sob os regulamentos de medicamentos controlados e antidoping da FEI.

Os cavalos Linkin Park e Come Back acusaram ractopamina. Os testes foram realizados num evento em San Miguel de Allende, no México, realizado entre 12 e 15 de Março, e ambos os cavalos foram suspensos por dois meses.

O mexicano Abraham Gaspar Ojeda Serrano, cavaleiro de CCE, testou positivo para clembuterol e acabou por ser suspenso  provisoriamente no passado dia 2 de Abril. O teste fora de competição ocorreu a 4 de Junho de 2019.

Dois cavaleiros escaparam à suspensão devido à especificidade das substâncias controladas. Foi o caso da cavaleira de Dressage Signe Kirk Kristiansen, da Dinamarca, que testou positivo para Bis-4-cyano-phenyl-methanol, um metabólito do letrozol, num teste realizado a 13 de Março. Sendo notificada a 28 de Abril.

Assim como Mohamed Talaat, cavaleiro egipto de Saltos de Obstáculos, que acusou positivo para canabinóides nos Jogos Africanos de Rabat, entre 20 a 24 de Agosto de 2019.

 

Autor:

Ana Rita Moura

anaritamoura@invesporte.pt

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