Actualidade. 23 JAN 2019

Congresso eleitoral marcado

Passado mais de um mês de Manuel Cidade Moura ter renunciado ao mandato de presidente da Federação Equestre Portuguesa (FEP), o que levou à perda de mandato dos outros Órgãos Sociais, o presidente da Mesa de Congresso da FEP confirmou à EQUITAÇÃO a marcação de congresso eleitoral.


Tempo de Leitura: 2 Min

image.jpeg

Em meados de Dezembro Manuel Cidade Moura renunciou ao mandato de Presidente da FEP, no seguimento de um pedido feito pelo Instituto Português do Desporto e da Juventude (IPDJ) para que se procedesse a uma alteração nos estatutos, sob pena de perda de Utilidade Pública. De acordo com os estatutos em vigor, esta renúncia levou à perda de mandato dos restantes Órgãos Sociais.

Depois de termos chegado à fala com Manuel Cidade Moura e com o IPDJ, que não fez comentários sobre o caso, a EQUITAÇÃO falou com Tito Arantes Fontes, presidente da Mesa do Congresso da FEP, que confirmou ter recebido a renúncia de mandato do presidente da FEP e, "na sequência disso, depois da análise feita, nomeadamente do ponto de vista jurídico, de acordo com a lei aplicável dos estatutos da Federação e o regulamento eleitoral, convoquei a Assembleia Geral Eleitoral para 27 de Março".

Quanto aos delegados que participarão nessa Assembleia, "são os delegados já eleitos, que quando o foram para dois anos. É o mandato que está em curso e é com esse quórum que se tem que fazer o Congresso. Não há outra possibilidade", adianta o Presidente da Mesa do Congresso. "Aguardo agora que os delegados apresentem as listas, que terão que ser avaliadas e validadas por mim. Se houver candidatos que discordem da decisão que eu tome, há recursos para o Conselho de Justiça e até 15 dias antes do Congresso serão divulgadas as listas que se apresentam ao sufrágio", acrescenta.

Tito Arantes Fontes esclarece ainda que não recebeu "nenhum pedido para convocar nenhum congresso para fazer alteração de estatutos. Se tivesse havido um pedido para se fazer um congresso sobre isto, obviamente com algum trabalho que tivesse sido feito para poder ser apreciado e validado, poder-se-ia encarar eventualmente essa situação. Não me foi enviado nada sobre isso. Face à renúncia do Presidente da Federação, e de acordo com os estatutos, caem todos os órgãos e por isso é preciso elegê-los. Os novos Órgãos Sociais vão ter que ter naturalmente em consideração toda esta questão".

 

Notícias relacionadas:

- Manuel Cidade Moura renuncia ao mandato

- IPDJ confirma divergências com a FEP

Autor:

Carla Laureano

carlalaureano@invesporte.pt

QUER SABER MAIS SOBRE A CATEGORIA

Insira o seu e-mail e receba todas as novidades