Arte da Equitação. 04 JAN 2019

“FIÉIS ATÉ A MORTE, NENHUM DELES SERÁ ESQUECIDO POR DEUS”

2018 foi ano de celebração do Centenário do Final da Primeira Grande Guerra, e não nos podemos esquecer do papel determinante que os animais tiveram no conflito, entre outros, os cães, os pombos e, claro, de sobremaneira, os cavalos.

Restrito

Tempo de Leitura: 11 min

Só recentemente, com o filme de Steven Spielberg, War Horse (Cavalo de Guerra), baseado no livro de Michel Morpugo, publicado em 1982, se recuperou perante a opinião pública a contribuição e o sacrifício de oito milhões de cavalos naquela que terá sido até então a mais trágica das guerras, com uma imensão e nível de destruição nunca antes imaginados, representando um verdadeiro momento de charneira entre o final dos impérios, como designou o historiador Eric Hosbawm, e o início de uma “nova” guerra à escala mundial, fraticida, tecnólogica, industrial e de propaganda, a qual, como sabemos, mais não foi do que uma trágica antecâmera de uma 2.ª Guerra Mundial, onde todas as ilusões sobre a natureza humana se desvaneceram.

Fig 1 - warrior

Warrior, “O Cavalo que os Alemães não conseguiam matar”.
Óleo de Sir Alfred Munnings, um dos mais celebrados pintores equestres,
pintado na frente de guerra em 1918, retratando General Seely e Warrior

Autor:

Bruno Caseirão

equitacao@invesporte.pt

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